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Conheça os constrangimentos, medidas de relançamento da economia e oportunidades de negócio na Hungria decorrentes da COVID-19.
PRINCIPAIS CONSTRANGIMENTOS PARA AS EMPRESAS
A entrada de estrangeiros não residentes na Hungria é permitida mediante uma autorização da polícia húngara. O requerente terá de provar que pretende entrar na Hungria com um dos seguintes objetivos: viagem de negócios; receber tratamentos médico; trabalho; estudo ou investigação em instituições húngaras; participação em eventos desportivos internacionais, culturais ou religiosos de especial importância.
Os cidadãos húngaros, os estrangeiros residentes e aqueles que recebam autorização da Polícia, serão submetidos a um exame médico à entrada. Se existir suspeita de infeção, serão colocados em quarentena oficial. Se não serão colocados em quarentena domiciliária durante 10 dias (pode ser interrompida se apresentados 2 testes PCR negativos, realizados na Hungria com pelo menos 48 horas de intervalo).
O trânsito de estrangeiros através da Hungria, tendo por destino outro país, é permitido se forem cumpridas duas condições: (i) não existir suspeita de infeção, depois de realizado um exame médico; (ii) apresentação de prova da finalidade da viagem, identificando o país de destino e o caminho a seguir para lá chegar. Estas deslocação só são permitidas através de uma rota autorizada pela Polícia e não pode durar mais de 24h.
As regras restritivas não afetam o transporte de mercadorias. Os veículos de transporte de mercadorias e condutores que pretendam apenas atravessar a Hungria (sem parar) estão isentos destas regras, mas deverão seguir um corredor oficialmente designado pela Polícia. Poderão ser realizados controles médicos aos ocupantes destes veículos.
Dificuldades de outra natureza: recolher obrigatório entre as 20h00 e 5h00; proibição de eventos culturais e recreativo; restaurantes encerrados (exceto take-way e entregas ao domicílio); hotéis não podem receber turistas (só aceites hóspedes em viagens de negócio).
Setores mais afetados: turismo, hotelaria e restauração; entretenimento e serviços culturais e criativos; transportes e logística; indústria automóvel.
APOIO ÀS EMPRESAS NO MERCADO
Com o seu plano de ação para recuperar e relançar a economia devido a pandemia, ao longo dos últimos meses, o governo húngaro anunciou várias medidas:
CONSELHOS ÚTEIS ÀS EMPRESAS
Sabe-se que, no comércio internacional de bens, a Hungria e Portugal não são mercados prioritários entre si. A Hungria, em 2020, foi o 25º cliente de Portugal e o seu 18º fornecedor, e num ano muito difícil para o comércio internacional, em que o total das exportações portuguesas desceu 10,2%, para a Hungria as exportações até cresceram 1% para 296,2 milhões de Euros (contra 293,4 milhões de Euros em 2019).
Numa estratégia de diversificação e proximidade de mercados e de “regresso à Europa”, a Hungria pode vir a ter uma importância bastante acrescida para as exportações portuguesas.
Com a pandemia e a “nova normalidade”, os hábitos do consumo mudaram. Assim, o e-commerce assume um papel cada vez mais importante e é um segmento de vendas e de negócio no mercado húngaro, em que as empresas portuguesas devem apostar.
SITES RELEVANTES
Nota: Tendo em conta o rápido desenvolvimento da pandemia COVID-19 e dos seus impactos na economia dos diversos países, a informação constante nesta página poderá não corresponder à totalidade da informação do mercado disponível e poderá ficar temporariamente desatualizada.
Última atualização: 1 de março de 2021.
As empresas clientes da AICEP poderão contactar os respetivos Gestores de Cliente que lhes poderão fornecer informação adicional ou mais detalhada.